É quando a alma mais pesa... que nasce este impulso... escrevo... corro como um rio de águas turvas, fora de prazo, fora de ordem.
Tudo se atropela em mim... escrevo... enquanto uma agonia sem medida certa, arranha na garganta.
É quando a alma mais doi... que nasce este impulso... escrevo... grito mais alto, até que o céu estremeça.
Tudo se atropela em nós... enquanto escrevo...
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