quinta-feira, 18 de maio de 2006

manifesto azul-bébé

Chegas-te sem cor, numa tarde pálida e abafada.
Trazias poucas palavras e um olhar céptico de aventura.
Com monosílabos ensaiados, enches-te os entretantos do vento.
Terra batida pelo tempo,
folhas caídas pela condição ritual da vida...
Em monosílabos ensaiados, fos-te despertando inquietações azuis-bébé...
Abalas-te sem cor, numa tarde sem calendário e deixas-te tanto como poeira em pleno manifesto.

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