O tempo já não tem segundos, apenas largas horas que já se habituaram aos diversos passatempos que crio para me decifrar.
Hoje, caio no fundo de mim mesma, os olhos param nos mais variadíssimos nadas, os ouvidos ouvem repetidamente a mesma música, relembram-me os sítios dos quais não sei regressar, eternos como a dúvida ou a inércia.
Entretanto, são as mãos que vão desenhando e embrulhando as linhas que cosem a alma ao corpo que entendo como prisão dos meus precipícios.
1 comentário:
posso procurar muitas palavras, mas
apenas perfeito se encaixa!
parabens pela excelente escrita!
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