quarta-feira, 4 de outubro de 2006

criação

o sofrimento é a força motriz da criação,
a satisfatez da felicidade é salubre, dela nada se aprende, desaprende,
o esbracejar solta-nos, desafoga-nos das mágoas, utilidades vitais para a qualidade do nosso exercício, inteligência.
o instinto que nos permite sobreviver, a animal e intrínseca atitude de ludibriar o sofrimento, transpõe-nos para um plano de criatividade máxima.
o auge dos sentidos é quando sofro, logo crio.

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