cara lavada,
desafio aceite (gratidão tpp),
mas antes de tudo o que está por surgir...
música!
Mostrar mensagens com a etiqueta pensamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta pensamento. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 8 de novembro de 2016
e porque um dia simplesmente voltamos...
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
o teu vazio...
o desapego é tão doloroso...,
principalmente quando advinhamos
que já não iremos criar mais momentos inesquecíveis entre nós,
quando sabemos que o amor não acabou e nem vai acabar,
apenas ficará impedido de continuar...,
daquela forma como nos levou às estrelas!
a saudade é tão lacinante...,
principalmente quando me traz à memória
o teu toque, o teu cheiro, o teu olhar, o teu amor ao adormecer e ao acordar,
a nossa cumplicidade, tudo e nada em nós!
e os meus olhos enchem-se de lágrimas pesadas de desespero,
e a minha voz em nó emudece, num grito violento,
que só eu oiço... NÃO VÁS, FICA AMOR!!!
terça-feira, 21 de outubro de 2014
passado... (quase três anos depois)
o passado deve ser revisitado...,
nele descobrimos que o presente pode não ser tão novo assim...
e que nem por isso crescemos muito...,
apenas o suficiente para que os nossos olhos reconheçam o ciclo!
nele descobrimos que o presente pode não ser tão novo assim...
e que nem por isso crescemos muito...,
apenas o suficiente para que os nossos olhos reconheçam o ciclo!
domingo, 19 de junho de 2011
venho do sul
venho do sul,
o bilhete de comboio na mão,
a paisagem, tem nela uma vida quase inteira,
tem memórias que me rebatem e me desfazem.
venho do sul,
não evito chorar, pelo bem e pelo mal,
o vento está frio e as janelas fechadas,
nem por isso se abre outra porta...
não vou para norte,
o presente não chega, o futuro não dorme,
porque sempre assim foi e sempre assim será.
com o bilhete de comboio na mão...
vou para mim,
porque de mim nunca devia ter partido,
não preciso de abrir qualquer porta,
nem de enchugar as lágrimas,
nem de entregar o bilhete...
porque a viajem é dura! mas eu chego...
o bilhete de comboio na mão,
a paisagem, tem nela uma vida quase inteira,
tem memórias que me rebatem e me desfazem.
venho do sul,
não evito chorar, pelo bem e pelo mal,
o vento está frio e as janelas fechadas,
nem por isso se abre outra porta...
não vou para norte,
o presente não chega, o futuro não dorme,
porque sempre assim foi e sempre assim será.
com o bilhete de comboio na mão...
vou para mim,
porque de mim nunca devia ter partido,
não preciso de abrir qualquer porta,
nem de enchugar as lágrimas,
nem de entregar o bilhete...
porque a viajem é dura! mas eu chego...
domingo, 17 de abril de 2011
lençol
vagueava pelo corpo
suspensa em tinta de aguarela
que ao toque se esfarela
como a luz do sol da tarde
uma alma com erro de morada
cara suja, de choro molhada
entorpecida entre panos de lençol
suspensa em tinta de aguarela
que ao toque se esfarela
como a luz do sol da tarde
uma alma com erro de morada
cara suja, de choro molhada
entorpecida entre panos de lençol
domingo, 20 de fevereiro de 2011
caderno #alinhamento planetário
No tempo do nosso tempo,o tempo esquecia-se das horas, vivia demoradamente o momento.
Um alinhamento planetário, um perfume incendiário, um segredo sem dicionário.
O tempo do nosso tempo, foi inteiro, ossos, carne e pele, duas almas num intenso vocabulário exposto, em guardanapos de papel.
Um alinhamento planetário, um perfume incendiário, um segredo sem dicionário.
O tempo do nosso tempo, foi inteiro, ossos, carne e pele, duas almas num intenso vocabulário exposto, em guardanapos de papel.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
ausência
como o silêncio não fala, torna-se ausência, mas os pensamentos nunca acabam e é sempre bom voltar, seja porque grito for.
sábado, 28 de agosto de 2010
caderno #rituais de saudade
a saudade tem diversos rituais:
- conduzir - ao final da tarde - as janelas abertas - a música no rádio, de preferência que se cante alto.
- ler - ao principio da noite - as janelas fechadas - o vinho no copo, de preferência que se beba lentamente.
- andar - ao iníco do dia - o céu coberto - o mar desta praia, de preferência que se enrole nos pés.
- desejar - ao meio da vida - o céu aberto - os braços do homem, de preferência o que fingiu não amar.
- conduzir - ao final da tarde - as janelas abertas - a música no rádio, de preferência que se cante alto.
- ler - ao principio da noite - as janelas fechadas - o vinho no copo, de preferência que se beba lentamente.
- andar - ao iníco do dia - o céu coberto - o mar desta praia, de preferência que se enrole nos pés.
- desejar - ao meio da vida - o céu aberto - os braços do homem, de preferência o que fingiu não amar.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
parabéns tigre IV
pelos cadernos que perdes-te, porque já foi tempo deles, é bom alinhavar e cozer as páginas que um dia te vou explicar, quando já tiveres idade.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
caderno #de mim
tenho de mim
esta imagem sensual
de quem morde o lábio,
de quem sorri com o olhar.
tenho de mim
este sabor agridoce
de quem diz a verdade,
de quem se esconde em segredos.
tenho de mim
este perfume quente
de quem geme na cama,
de quem corre contra o vento.
esta imagem sensual
de quem morde o lábio,
de quem sorri com o olhar.
tenho de mim
este sabor agridoce
de quem diz a verdade,
de quem se esconde em segredos.
tenho de mim
este perfume quente
de quem geme na cama,
de quem corre contra o vento.
caderno #desafio
pinto na cara
um bigode de pirata
e desafio-te!
é possivel que te conquiste em alto mar...
um bigode de pirata
e desafio-te!
é possivel que te conquiste em alto mar...
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
caderno #sol
não preciso de ter o sol
a dançar neste jardim,
mas o facto é que sem ele
nem a minha sombra pertence aos meus pés
a dançar neste jardim,
mas o facto é que sem ele
nem a minha sombra pertence aos meus pés
caderno #mãos
as mãos são o espelho do coração
é por elas que amamos,odiamos,
tememos,confiamos.
pelas mãos nascemos
e nelas morremos,
pelas tuas mãos me sujo
de todos os sentimentos imaculados,
por outras me limpo
de todos os gritos calados,
as mãos são os traços do tudo
e as vozes do nada.
é por elas que amamos,odiamos,
tememos,confiamos.
pelas mãos nascemos
e nelas morremos,
pelas tuas mãos me sujo
de todos os sentimentos imaculados,
por outras me limpo
de todos os gritos calados,
as mãos são os traços do tudo
e as vozes do nada.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
caderno #escrever
escrever,
é um ritual de acasalamento
é a caneta que começa por me seduzir, e como seduz...
seja pelas memórias que traz,
seja pelas palavras que tira
os sentidos ficam de novo despertos
precepitam-se em sismos poétios(latentes)
porque escever,
é um presságio de tempestade.
é um ritual de acasalamento
é a caneta que começa por me seduzir, e como seduz...
seja pelas memórias que traz,
seja pelas palavras que tira
os sentidos ficam de novo despertos
precepitam-se em sismos poétios(latentes)
porque escever,
é um presságio de tempestade.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
sobro na minha pele
sobro na minha pele, minguei de frio, perdi o sul...
a norte está a minha cabeça em branco... sem sintonia
risquei todos os discos para escutar o silêncio...
o dia em que nasces-te
a norte está a minha cabeça em branco... sem sintonia
risquei todos os discos para escutar o silêncio...
o dia em que nasces-te
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
saudades
... passamos a vida com saudades do passado... e do futuro... encontro-me normalmente por lá às 21.15...
sexta-feira, 1 de maio de 2009
parabéns tigre III
...a pensar no que guardas e contas...
segunda-feira, 13 de abril de 2009
baralho de cartas
tudo na vida são escolhas... as minhas nem sempre foram as mais realizadoras, mas foram sem dúvida as menos óbvias, difíceis e desafiadoras. escolhas... pela mulher que sou hoje... valeram a pena...
quarta-feira, 1 de abril de 2009
re:ver
as palavras... cabem na imensidão de um pensamento ou no amputado espaço de um grito, na balança não sei as que pesarão mais...
falta de ginástica provavelmente...
Há já algum tempo que me dedico casualmente a escutar as conversas das outras pessoas... no metro, no consultório, no café, aos telemóveis...
Não sei ao certo quando tomei consciência de que isso acontecia, mas sei que neste momento que o relato, é algo que me deixa confusa, estranha.
Na maioria das vezes, e porque são apenas excertos, não consigo identificar algo interessante, que pudesse vir a ser "tema de um livro", mas nas escassas vezes que contrariam essa maioria, dou por mim a teorizar à semelhança de um psicólogo diante da sua longa cadeira... sem qualquer ónus.
Atrai-me a análise inofensiva sem emoção e passível de enganos: a arte de mentir tornou-se uma fancaria, toda a gente a compra consciente de que não presta, mas... compra.
São os movimentos que os atropelam e denunciam, falta de ginástica provavelmente.
Não sei ao certo quando tomei consciência de que isso acontecia, mas sei que neste momento que o relato, é algo que me deixa confusa, estranha.
Na maioria das vezes, e porque são apenas excertos, não consigo identificar algo interessante, que pudesse vir a ser "tema de um livro", mas nas escassas vezes que contrariam essa maioria, dou por mim a teorizar à semelhança de um psicólogo diante da sua longa cadeira... sem qualquer ónus.
Atrai-me a análise inofensiva sem emoção e passível de enganos: a arte de mentir tornou-se uma fancaria, toda a gente a compra consciente de que não presta, mas... compra.
São os movimentos que os atropelam e denunciam, falta de ginástica provavelmente.
Subscrever:
Mensagens (Atom)